domingo, 31 de janeiro de 2010

Sugestão de leitura


Daí que esta semana recebi a revista Nova Escola e só tive tempo de ler este final de semana. Mas valeu a pena, a revista está ótima. Recomendo a leitura especialmente das seguintes reportagens:
  • É a hora de conhecer o que eles sabem - roteiro para  avaliação inicial
  • Tempo perdido - cópia como recurso didático
  • Escolha de poucos - baixa atratividade na carreira docente
  • Da intenção à ação - Planejamento
Se vc leu a revista,  o que achou das reportagens acima?

Coloquei acima  o link da revista.
já ia me esquecendo,  foi lançado a revista Nova Escola Gestão Escolar, para diretores e coordenadores. Achei muito bacana uma revista destinada exclusivamente para os gestores.

Também gostaria de agradecer as visitas e comentários tão carinhosos aqui no blog. Muito obrigada!! E não esqueça de deixar  o e-mail ou o endereço do blog para que eu possa retribuir a visita.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Quando a escola é de vidro

Certa vez participando de uma formação pedagógica sobre inclusão foi utilizado esse texto de Ruth Rocha: Quando a escola é de vidro. E eu fiquei vários dias me questionando se nós, como educadores, também não estamos, nem que de forma inconciente, reproduzindo o que o texto aborda.
Penso que ainda tentamos educar de uma única maneira  pessoas totalmente diferentes.  Sei também que existem muitas iniciativas excelentes, que tentam não colocar nossos alunos em vidros iguais. O que vocês pensam sobre isso?
Coloquei o link acima para vocês acessarem ao site da autora, lá vocês encontrarão o texto na íntegra.
Gostaria muito que colocassem a opinião de vocês, aguardo os comentários.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mensagens e dinâmicas para encontros pedagógicos

Estes textos foram alguns que eu trabalhei ano passado com meus professores. Devido a gestação da Laura eu trabalhei só até o meio do ano. É, a pequena precisou ficar descansando até o nascimento. Mas tudo deu muito certo, ela está cada dia mais fofinha.
Então vamos lá. Vou colocar o texto e como eu utilizei com a equipe escolar.

1. A Estrela Verde

"Era um vez, milhões e milhões de estrelas no céu. Havia estrelas de todas as cores: brancas, lilases, prateadas, douradas, vermelhas e azuis. Um dia, elas procuraram o Senhor Deus Todo-Poderoso e disseram-lhe: “Senhor Deus, gostaríamos de viver na Terra, entre os homens.” "Assim será feito" - respondeu Deus - "Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer até a Terra." Conta-se que naquela noite houve a mais linda das chuvas de estrelas. Algumas aninharam-se nas torres das igrejas, outras foram brincar e correr com os vaga-lumes dos campos, outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada.

Passado algum tempo porém, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para ao céu, deixando a Terra outra vez escura e triste. "Por que voltaram?" perguntou Deus à medida em que chegavam novamente ao céu. "Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra; lá existe muita desgraça, muita fome, muita violência, muita injustiça, muita maldade, muita doença." E o Senhor lhes disse "Claro, o lugar real de vocês é aqui no céu, estamos no lugar da perfeição, no lugar onde tudo é imutável, onde nada perece." Depois de chegadas todas as estrelas e conferindo-lhes o número, Deus tornou a falar: "Mas está faltando uma estrela... Perdeu-se pelo caminho?" Um anjo, que estava perto, replicou: "Não, Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que o seu lugar é exatamente onde existe imperfeição, onde há limites, onde as coisas não vão bem." "Mas que estrela é essa?" - voltou Deus a perguntar. "Por coincidência, Senhor, é a única estrela dessa cor." "E qual a cor dessa estrela?"- insistiu Deus. E o anjo disse: "A estrela é verde, Senhor, a estrela verde do sentimento da esperança." Quando então olharam a Terra, a estrela já não estava só. A Terra estava novamente iluminada, porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Porque o único sentimento que o homem tem e Deus não tem é a esperança. Deus já conhece o futuro, enquanto que a esperança é própria da Natureza Humana. Daquele que cai, daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que não sabe ainda como será o seu futuro."

  • Primeiro o texto foi lido.
  • Depois fiz várias estrelas verdes de papel, uma para cada participante da reunião.
  • Coloquei para os professores que eles são a estrela verde de cada aluno na escola. Pedi que cada um escrevesse dentro da estrela como ele poderia iluminar a vida dos alunos que mais precisam de atenção em sua sala de aula.
  • As estrelas foram trocadas entre os participantes e lidas.

2. Oração da Escola
Gabriel Chalita



Obrigado, Senhor, pela minha escola!

Ela tem muitos defeitos. Como todas as escolas têm. Ela tem problemas, e sempre terá. Quando al­guns são solucionados, surgem outros, e a cada dia aparece uma nova preocupação.

Neste espaço sagrado, convivem pessoas muito diferentes. Os estudantes vêm de famílias diversas e car­regam com eles sonhos e traumas próprios. Alguns são mais fechados. Outros gostam de aparecer. To­dos são carentes. Carecem de atenção, de cuidado, de ternura.

Os professores são também diferentes. Há alguns bem jovens. Outros mais velhos. Falam coisas dife­rentes. Olham o mundo cada um à sua maneira. Alguns sabem o poder que têm. Outros parecem não se preocupar com isso. Não sabem que são líderes. São referenciais. Ou deveriam ser.

Funcionários. Pessoas tão queridas, que ouvem nossas lamentações. E que cuidam de nós. Estamos juntos todos os dias. Há dias mais quentes e outros mais frios. Há dias mais tranqüilos e outros mais tumultuados. Há dias mais felizes e outros mais do­lorosos. Mas estamos juntos.

E o que há de mais lindo em minha escola é que ela é acolhedora. É como se fosse uma grande mãe que nos abraçasse para nos liberar somente no dia em que estivéssemos preparados para voar. É isso. Ela nos ensina nossa vocação. O vôo. Nascemos para voar, mas precisamos saber disso. E precisamos, ain­da, de um impulso que nos lance para esse elevado destino.

Não precisamos de uma escola que nos traga todas as informações. O mundo já cumpre esse pa­pel. Não precisamos de uma escola que nos transfor­me em máquinas, todas iguais. Não. Seria um crime reduzir o gigante que reside em nosso interior. Seria um crime esperar que o vôo fosse sempre do mesmo tamanho, da mesma velocidade ou na mesma altura.

Minha escola é acolhedora. Nela vou permitin­do que a semente se transforme em planta, em flor. Ou permitindo que a lagarta venha a se tornar bor­boleta. E sei que para isso não preciso de pressa. Se quiserem ajudar a lagarta a sair do casulo, talvez ela nunca tenha a chance de voar. Pode ser que ela ain­da não esteja pronta.

Minha escola é acolhedora. Sei que não apreen­derei tudo aqui. A vida é um constante aprendizado. Mas sei também que aqui sou feliz. Conheço cada canto desse espaço. As cores da parede. Os quadros. A quadra. A sala do diretor. A secretaria. A bibliote­ca. Já mudei de sala muitas vezes. Fui crescendo aqui. Conheço tudo. Passo tanto tempo neste lugar. Mas conheço mais. Conheço as pessoas. E cada uma de­las se fez importante na minha vida. Na nossa vida.

E, nessa oração, eu Te peço, Senhor, por todos nós que aqui convivemos. Por esse espaço sagrado em que vamos nascendo a cada dia. Nascimento: a linda lição de Sócrates sobre a função de sua mãe, parteira. A parteira que não faz a criança porque ela já está pronta. A parteira que apenas ajuda a criança a vir ao mundo. E faz isso tantas vezes. E em todas às vezes fica feliz, porque cada nova vida é única e merece todo o cuidado.

Obrigado, Senhor, pela minha escola! Por tudo o que de nós nasceu e nasce nesse espaço. Aqui, posso Te dizer que sou feliz. E isso é o mais importante. Amém!

  • Entreguei o texto aos professores.
  • Passei o áudio da oração feita pelo próprio autor. (Se precisar do áudio, deixe o e-mail que eu envio)
  • Depois cada um disse o que mais chamou atenção na mensagem.

3. Professores Apaixonados

Gabriel Perissé

Professores e professoras apaixonadas acordam cedo e dormem tarde, movidos pela idéia fixa de que podem mover o mundo. Apaixonados, esquecem a hora do almoço e do jantar: estão preocupados com as múltiplas fomes que, de múltiplas formas, debilitam as inteligências.

As professoras apaixonadas descobriram que há homens no magistério igualmente apaixonados pela arte de ensinar, que é a arte de dar contexto a todos os textos.

Não há pretextos que justifiquem, para os professores apaixonados, um grau a menos de paixão, e não vai nisso nem um pouco de romantismo barato. Apaixonar-se sai caro!

Os professores apaixonados, com ou sem carro, buzinam o silêncio comodista, dão carona para os alunos que moram mais longe do conhecimento, saem cantando o pneu da alegria. Se estão apaixonados, e estão, fazem da sala de aula um espaço de cânticos, de ênfases, de sínteses que demonstram, pela via do contraste, o absurdo que é viver sem paixão, ensinar sem paixão.

Dá pena, dá compaixão ver o professor desapaixonado, sonhando acordado com a aposentadoria, contando nos dedos os dias que faltam para as suas férias, catando no calendário os próximos feriados.

Os professores apaixonados muito bem sabem das dificuldades, do desrespeito, das injustiças, até mesmo dos horrores que há na profissão. Mas o professor apaixonado não deixa de professar, e seu protesto é continuar amando apaixonadamente.

Continuar amando é não perder a fé, palavra pequena que não se dilui no café ralo, não foge pelo ralo, não se apaga como um traço de giz no quadro. Ter fé impede que o medo esmague o amor, que as alienações antigas e novas substituam a lúcida esperança.

Dar aula não é contar piada, mas quem dá aula sem humor não está com nada, ensinar é uma forma de oração. Não essa oração chacoalhar de palavras sem sentido, com voz melosa ou ríspida. Mera oração subordinada, e mais nada.

Os professores apaixonados querem tudo. Querem multiplicar o tempo, somar esforços, dividir os problemas para solucioná-los. Querem analisar a química da realidade. Querem traçar o mapa de inusitados tesouros.

Os olhos dos professores apaixonados brilham quando, no meio de uma explicação, percebem o sorriso do aluno que entendeu algo que ele mesmo, professor, não esperava explicar.

A paixão é inexplicável, bem sei. Mas é também indisfarçável.

  • Leitura e debate do texto

4. A arte de ser feliz

Cecília Meireles


Houve um tempo em que minha janela se abria

sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.

Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,

e o jardim parecia morto.

Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,

e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.

Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.

E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.

Outras vezes encontro nuvens espessas.

Avisto crianças que vão para a escola.

Pardais que pulam pelo muro.

Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.

Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.

Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.

Ás vezes, um galo canta.

Às vezes, um avião passa.

Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.

E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,

que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,

outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,

finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


  • Leitura do poema.


  • Cada um recebeu uma janela, nela deveria ser escrito o que ele vê e o faz feliz.



5. Ver Vendo
Otto Lara Rezende


De tanto ver, a gente balaniza o olhar – ver... não vendo.

Experimente ver, pela primeira vez, o que você vê todo dia, sem ver.

Parece fácil, mas não é: o que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade.

O campo visual da nossa retina é como o vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta.

Se alguém lhe pergunta o que você vê pelo caminho, você não sabe.

De tanto vê, você banaliza o olhar.

Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório.

Lá estava sempre, pontualíssimo, o porteiro.

Dava-lhe bom dia, às vezes, lhe passava um recado ou uma correspondência.

Um dia o porteiro faleceu.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima idéia.

Em 32 anos nunca consegui vê-lo.

Para ser notado o porteiro teve que morrer.

Se, um dia, em seu lugar tivesse uma girafa cumprindo o rito, pode ser, também, que ninguém desse por sua ausência.

O hábito suja os olhos e baixa a vontade. Mas a sempre o que ver; gente; coisa; bichos.

E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê aquilo que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpo para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez, o que, de tão visto, ninguém vê. O pai que raramente vê o próprio filho. O marido que nunca viu a própria mulher.

Os nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos.

...e por ai que se instala no coração o monstro da indiferença.


  • Leitura do texto
  • Dividiu o grupo em pares, um de frente p o outro. Enquanto um fecha o olho o outo teria que modificar uma coisa no seu visual e outro teria que descobrir.
  • Socializar e discutir como as vezes não observamos as coisas a nossa volta. Como temos um olhar viciado, entre outras coclusões bastante pertinentes para trabalhar os relacionamnetos interpessoais.



quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Pensando o recomeço

Encontros Pedagógicos: É hora de recomeçar!




Ao inciarmos mais um ano letivo é  hora de dois grandes momentos na escola, a recepção de alunos e professores. Um encontro pedagógico bem planejado pode ser  a chave para um ano letivo bem produtivo. Algumas escolas utilizam esse dia para reuniões adminstrativas intermináveis, onde são apresentados os resultados do ano anterior, os pontos positivos e negativos do mesmo. E a maioria dos  professores estão pensando em como as férias estavam boas ou outros como vou fazer para receber meus alunos. A verdade é que este tipo de reunião não é muito produtiva.
O interessante é que este momento seja gasto planejando as demandas do ano que se incia. Como diz o ditado "A primeira impressão é a que fica", utilizar este primeiro encontro para planejar a primeira quinzena escolar é uma ótima opção.
Thereza Bordoni e Laila Aninger, Consultoras em Gestão Educacional e Gestão de Pessoas, Processos e Projetos para Educação dão algumas sugestões para tornar estes encontros produtivos:

  • Inicie a reunião com um momento descontraído onde colegas que estão se reencontrando possam conversar, "jogar conversa fora", matar saudades. Isso evita que os momentos de discussão sejam usados para esse fim.



  • Releia a Missão, o PPP e o Planejamento Estratégico da Instituição. Defina objetivos claros, coerentes e precisos: O que a escola quer para o ano que se inicia? Onde desejamos estar em dezembro? O que queremos manter, modificar ou eliminar.


  • Realize o encontro com a participação dos funcionários administrativos e pedagógicos. Mas lembre-se que tendo públicos diferentes é preciso ser mais criativo. Busque temas que contemplam cada grupo e também os funcionários novatos.


  • Apresente os dados do ano anterior de forma motivadora: Ressalte o que for positivo. Elogie os bons trabalhos realizados, leia cartas de agradecimento de alunos, pais e ex-alunos. Mostre o envolvimento da escola com a comunidade, apresente os resultados obtidos. Proponha a confecção de um cartaz coletivo onde cada professor/funcionário escreva um fato positivo que lhe ocorreu no ano anterior. Dessa maneira, todo mundo começará os trabalhos com boas lembranças, o que aumenta a geração de idéias e a produtividade.


  • Estimule sua equipe pedagógica. Diminua o tempo das palestras e dê algo com que o professor possa trabalhar: exemplos, casos reais, projetos. Estabeleça metas com datas para apresentação de resultados. Estabeleça metas para a Instituição, mas encoraje seus funcionários a criarem metas pessoais.


  • Organize com muito zelo os primeiros dias de aula: O fundamental é que a escola se mostre feliz em receber os alunos e, já nas primeiras horas de contato, procure estabelecer com eles uma relação de confiança.
Recebendo os alunos

Para receber os alunos elas dão as seguintes dicas:

  • Antes da chegada da turma, a escola deve estar limpa, reformada e bonita. Todos os funcionários, do porteiro ao Diretor, devem ter recebido orientações especiais para o atendimento aos alunos e famílias. Todos devem estar portando seus crachás.



  • Concentre-se no que foi prometido aos pais e aos futuros alunos no ato da matricula e no que eles desejam. Isto precisa ser cumprido pela sua instituição, desde o primeiro dia de aula. Certifique-se de que a sua equipe de professores e outros funcionários da instituição estejam cumprindo o que foi combinado.


  • Caso sua escola tenha um número grande de novatos, estabeleça um dia só para a recepção deste grupo. Para isso convide aqueles alunos veteranos que "vestem a camisa", para fazer parte da comissão de boas vindas. Este dia não precisa ter a duração de um dia de aula normal.


  • Programe a chegada dos alunos por série. Reserve um dia para os menores, outro para a 5ª, 6ª e 7ª e o último para a 8ª e o Ensino Médio. Assim, é mais fácil dar atenção a todos. A divisão de tarefas é essencial para o sucesso das atividades.


  • É importante que também os pais se sintam acolhidos. Uma boa opção e fazer uma palestra sobre a importância da sua participação na educação dos filhos e nas atividades da escola junto à comunidade. As mães de "primeira viagem" devem ter cuidados especiais. Programe uma palestra sobre adaptação só para este grupo.


  • Combine com os professores uma aula diferente, estimulante e prazerosa, com gosto de quero mais. Uma idéia é programar suas aulas realizando atividades que retratem a realidade do momento, como novelas, músicas, shows, notícias e organizar os conteúdos com aquilo que o aluno está vivenciando.


  • Programe para o intervalo um lanche especial, com tudo o que eles mais gostam, da pipoca ao cachorro-quente.


  • A educação Infantil deve preparar um cronograma especial, com horário diferenciado nos primeiros dias de aula, pois como já sabemos, a adaptação nessa faixa etária nem sempre é fácil.


  • Já na primeira semana, exponha os trabalhos realizados pelos alunos. Todos nós gostamos de ver apreciado aquilo que fazemos.

Abaixo segue três sugestões de cartão para os encontros com os educadores. Estes eu usei ano passado. Quem quiser os originais é só deixar o e-mail que eu envio.



domingo, 17 de janeiro de 2010

Vontade


Vontade. É uma palavra que a gente deveria colocar sob suspeita durante algum tempo.

Quais são as coisas que não fazemos porque não temos vontade, e quais delas que não fazemos porque são arriscadas?

Eis um exemplo do que confundimos com Falta de Vontade: falar com desconhecidos. Seja uma conversa, um simples contato, um desabafo, raramente conversamos com desconhecidos.

E sempre achamos que foi melhor assim.

Terminamos sem ajudar e sem sermos ajudados pela vida.

Nossa distância faz com que pareçamos muito importantes, muito seguros de nós mesmos.

Mas, na prática, não estamos deixando que a voz do nosso anjo se manifeste através da boca dos outros.

Paulo Coelho



Não perca a oportunidade  de conversar , deixando seu recado, contato, desabafo, sua opnião.
Afinal, para quem trabalha em educação o que não pode faltar é Vontade.




quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Blog Educacional: 7 motivos para o professor utilizar este recurso com seus alunos


Motivar os alunos nas tarefas escolares tem sido nos útimos tempos um grande desafio para os educadores. Pelos corredores das escolas é muito comum ouvir que os alunos não querem nada com nada, que eles não têm hábitos de estudo  e tantas outras colocações de quem esperava outra tipo resultado ao seu árduo trabalho.
Qual professor não gostaria de ouvir elogios às suas aulas, ter alunos participativos, envolvidos com o trabalho e claro, ansiosos por aprender?
Podemos observar a mudança de postura nos alunos quando o professor interage com os mesmos  através da tecnologia. O uso do blog nestes casos tem demonstrado grande  resultado. Através do blog o professor pode fazer registros diários e contar com a colaboração de seus alunos na construção da aprendizagem, seja comentando, seja também postando. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.



Sete motivos para um professor criar um blog

Por Betina von Staa



1- É divertido



É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários.



2- Aproxima professor e alunos



Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.



3- Permite refletir sobre suas colocações



O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.



4- Liga o professor ao mundo



Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.



5- Amplia a aula



Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.



6- Permite trocar experiências com colegas



Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)



7- Torna o trabalho visível



Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?



Antes de fazer seu próprio blog, vale a pena consultar as realizações de algumas pessoas comuns ou dos mais variados profissionais. Faça uma busca livre pela Internet para descobrir o que se faz nos blogs pelo mundo afora e (re)invente o seu!


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Betina von Staa é coordenadora de pesquisa em tecnologia educacional e articulista da divisão de portais da Positivo Informática. Autora e docente de cursos on-line para a COGEAE, a Fundação Vanzolini e o UnicenP, é doutora em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP.





segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Internet com responsabilidade

Criada pelo Comitê para a Democratização da Informática do Paraná (CDI-PR), a cartilha, O uso Responsável da Internet, explica como tornar a internet uma aliada da educação e do desenvolvimento da criança, além de dá muitas dicas aos pais de como proteger seus filhos de possíveis crimes virtuais.

Vale a pena conferir!!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Bullying & Cyberbullying


“Atualmente a matéria mais difícil da escola não é a matemática ou a biologia, a convivência, para muitos alunos e de todas as séries, talvez seja a matéria mais difícil de se aprendida.”
Cléo Fante

Devido a grande incidência da violência dentro das instituições escolares, está tem cada vez mais despertado a atenção de educadores e pais, embora nem sempre o assunto ganhe o espaço necessário para que o mesmo seja tratado na profundidade que merece, buscando suas causas, discutindo os problemas e buscando novas formas de convivência baseada no respeito absoluto às diferenças individuais. É mais um desafio para a comunidade escolar.

Ao se falar em situações de violência vivenciadas pela escola logo vem a mente a violência explícita, como pontapés, chutes e outras tantas formas de agressão enfrentadas pelos alunos, no entanto não se pode fechar os olhos frente à violência oculta, aquela capaz de deixar marcas profundas no psíquico do indivíduo e até mesmo ser o passaporte para a delinqüência juvenil. Neste contexto a atenção volta-se para um outro modo de violência, presente tanto nas escolas públicas e particulares e que acarreta um grande prejuízo à formação psicológica, emocional e sócio educacional do ser humano vitimado, o comportamento bullying.

A verdade é que este tipo de comportamento trás grandes problemas para todos. De acordo com Fante (2005), a vítima pode apresentar prejuízos na aprendizagem como déficit de concentração, queda do rendimento escolar, desinteresse pela escola, reprovação, evasão escolar. Pode apresentar também prejuízos emocionais como tristeza, angustia, ansiedade, transtorno mental, depressão, pensamento de vingança e de suicídio e adotar características anti-sociais. Já o agressor pode manifestar distanciamento dos objetivos escolares, ter dificuldade de adaptação às regras escolares, supervalorizar a conduta violenta como forma de obtenção de poder, consolidar condutas autoritárias e delituosas, bem como exibir condutas agressivas e violentas na vida adulta. Para os espectadores (sejam eles alunos, pais ou a comunidade escolar) podem acarretar ansiedade, insegurança, aflição, tensão, irritabilidade, medo de se tornar a próxima vítima, prejuízos no processo de socialização, desenvolvimento de atitudes de conivência, intolerância, individualismo e dificuldade de empatia.

São vários os motivos que levam uma pessoa a praticar o bullying ou cyberbullying. Dentre eles podemos citar de acordo com Lopes (2005), a desestrutura familiar , falta de relacionamento afetivo, maus tratos físicos e excesso de tolerância ou até mesmo algumas características próprias da criança como a impulsividade e a hiperatividade. Fante (2005) também apresenta outros fatores que também podem propiciar o comportamento bullying, como por exemplo, os meios de comunicação que banalizam a violência e que influenciam a formação da identidade da criança, bem como, o modo de afirmação dos pais que adotam como práticas educativas maus tratos físicos e explosões emocionais violentas.

A seguir estão algumas dicas que podem orientar a atuação dos educadores para a formação de uma cultura antibullying na escola:

  • Esclarecer o que é bullying;
  • Avisar desde o primeiro dia de aula que a prática do bullying não é tolerada na escola;
  • Demonstrar abertura para conversar com os alunos;
  • Escutar atentamente qualquer tipo de problema, reclamação ou sugestão dos alunos;
  • Estimular os alunos a avisar sempre que ocorrer o bullying;
  • Divulgar o bullying nas classes e estimular os alunos na busca de soluções;
  • Valorizar e reconhecer atitudes positivas de alunos no combate ao bullying;
  • Identificar os possíveis agressores;
  • Acompanhar atentamente o desenvolvimento de cada aluno;
  • Dar oportunidade aos alunos para que criem regras de disciplinas para suas próprias classes, em coerência com as regras gerais da escola;
  • Estimular lideranças positivas entre os alunos prevenindo a formação de agressores e futuros casos de bullying;
  • Incentivar e apoiar relações familiares positivas.
É sabido que existe uma cultura da violência, que banaliza o mal, que muitas vezes se torna indiferente frente à problemática que nos cerca, mas sobretudo é possível difundir uma cultura da paz, a favor da não violência, do amor ao próximo, do respeito a individualidade, do aprender a conviver, do aprender a viver junto, desenvolvendo a compreensão do outro e a sua importância para a sobrevivência. Enfim, é possível sonhar e agir para uma Cultura do Amor.

Abaixo segue um video sobre o assunto feito pelo meu grupo de trabalho na disciplina Educação, Sociedade e Tecnologia do Mestrado em Educação da PUC Minas. O video pode ser utilizado em sala de aula para introduzir o assunto e também pode-se propor a realização de videos com os alunos utilizando o Windows Movie Maker. Para quem desejar o tutorial, clique aqui.

E na sua escola como o Bullying é tratado? Deixe sua colaboração, contando sua experiência.


video

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A acolhida nos primeiros dias de aula é fundamental para estabelecer o vínculo do aluno com a escola


Depois de planejar com a equipe gestora, os docentes e os funcionários como será o ano na sua escola, reserve um período da semana pedagógica para organizar a recepção dos alunos na primeira semana de aula. Os professores já terão informações sobre as turmas para as quais darão aulas e isso certamente ajudará nas relações que se estabelecerão no início do ano letivo. Com todo o grupo, pense nos detalhes que farão com que os alunos se sintam acolhidos e formem (ou fortaleçam) os laços afetivos com a escola – condição importante para que a aprendizagem aconteça. A seguir, uma pauta para você discutir com a equipe:

1. Organização das salas

Antes de os alunos chegarem, combine com professores e funcionários a maneira como a sala de aula deve estar organizada. No primeiro dia, as formações circulares facilitam a integração e por isso são mais indicadas do que fileiras (que não favorecem a socialização). Nas salas da Educação Infantil, aconselha-se a organizar cantos de brincadeiras (veja exemplos no vídeo Ateliê de Entrada) - para ajudar a entreter as crianças antes que a turma esteja completa e também já iniciando um processo de socialização e aprendizagem. A coordenação pedagógica, junto com os professores de cada turma, poderá decidir quais cantos são mais interessantes para as diversas faixas etárias.

2. Recepção

Decidam em conjunto o local em que cada um receberá os alunos. A sugestão é que a equipe gestora fique no portão para cumprimentar não somente as crianças e os jovens mas também os pais que costumam acompanhar os filhos à escola. Os professores podem esperar pelos alunos na porta da sala de aula. Combine com os funcionários de apoio que eles se posicionem nos corredores e em locais em que possam ajudar a informar a localização de cada classe ou ainda orientar sobre o caminho para os banheiros, o bebedouro etc. e outras dúvidas que os estudantes possam ter.

3. Apresentação em sala de aula

Reflita com os professores sobre a importância de apresentar os novos alunos aos demais antes do início dos trabalhos. Peça aos docentes que estimulem a criança a falar um pouco sobre ele mesmo, seu histórico e sua relação com os estudos. Depois, todos podem contar o que fizeram durante as férias. Os professores podem contribuir dando ideias para organizar esse momento e apresentar maneiras de fazer isso. Exemplos: cada aluno pode contar sobre algo que aprendeu nas férias, um lugar que visitou, uma história que leu ou assistiu. Entre os mais velhos, também é interessante falar dos planos que têm para o ano, o que pode incluir um curso ou uma atividade extra ou estudar para o vestibular.

4. Tutoria dos veteranos

É comum que os alunos novos demorem um pouco para se enturmar com um grupo já formado. Para facilitar esse período, adote um sistema de tutoria em que um colega da turma que já estuda na escola há mais tempo mostre ao novato todos os departamentos, o acompanhe e oriente em relação aos procedimentos da escola e tire suas dúvidas. Esse acompanhamento pode variar de uma semana a um mês. Algumas escolas marcam o início das aulas para os novatos um ou dois dias depois do início oficial das aulas. Nesses dias, o professor dá informações sobre o novo colega que vai chegar (nome, de onde ele vem, o que fazem os pais etc.) e escolhe o aluno que fará a tutoria. Em instituições em que há grêmio estudantil, essa recepção pode ser feita por um membro da entidade.

5. Primeiro contato com cada setor

Reforce também a importância dos funcionários de apoio e administrativos serem receptivos com todos e especialmente solícitos com quem ainda não conhece as dependências e rotina da unidade. Estude a hipótese de a classe do primeiro ano - em que todos devem ser novos - fazer uma excursão pela escola com paradas em cada setor para que um responsável da área explique o funcionamento da cantina, da biblioteca, da secretaria, etc. Algumas escolas marcam o início das aulas em dias diferentes para cada três ou quatro turmas para que todos os funcionários deem atenção a chegada de todos.

6. Aulas inaugurais diferenciadas

As primeiras aulas devem apresentar os conteúdos que serão trabalhados durante um período (bimestre, trimestre ou semestre), de acordo com o que foi planejado na semana pedagógica. Uma maneira de apresentar os projetos que serão desenvolvidos é mostrar à turma os trabalhos feitos sobre o tema em anos anteriores. Ao coordenador pedagógico, cabe orientar os professores para que façam uma avaliação inicial antes de introduzir cada conteúdo. As perguntas, quando bem elaboradas, além de dar uma noção precisa do que cada aluno sabe sobre o tema e de que ponto os professores podem avançar, servem para despertar a curiosidade e dar uma prévia do que as crianças aprenderão durante o projeto.

7. Regras bem compreendidas

Decida com a equipe, também no final da semana pedagógica, quem apresentará o estatuto da escola - e como - e em que momentos serão feitos os combinados entre professores e alunos. O próprio diretor pode ter essa função. Para isso, ele precisará ir de sala em sala, se apresentando, dando as boas vindas e explicando algumas regras de convivência já em vigor - que devem ser transmitidas de forma que os alunos entendam porque elas existem. Uma sugestão é partir dos direitos de cada um para os deveres de todos. Por exemplo: todo estudante tem direito a material didático de qualidade, para isso cada um deve cuidar bem dos livros que usará naquele ano para que eles possam ser reutilizados no próximo. É importante gastar alguns minutos com o assunto logo nos primeiros dias de aula, antes que as situações em que caberia o uso de determinadas regras ocorram. Com as regras gerais conhecidas, cada professor pode organizar com a uma turma os combinados internos. Para isso é preciso ouvir os alunos e sistematizar as discussões, chegando a normas internas para cada grupo.

Fonte: Grupo Professores Solidários

Voltamos Com Força Total



A nossa programação voltará ao normal a partir de agora... assim eu espero!!! E claro, se a Laura deixar. É... agora tenho uma filhinha para me alegrar a vida.